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To Play. Or Not To Play.

19.8.08


posted by SCS
agosto 19, 2008

6 Comments:

Blogger sokitsym said...

In reply:

Felizmente, sou mais adepto de: I wanna be hated :)

20/8/08 17:57  
Blogger sokitsym said...

In Continuous:

E porque não haveria eu de publicar o teu comentário?

21/8/08 09:14  
Blogger sokitsym said...

In Continuous Numerus2:

Não sou inconsciente ao ponto de atentar na tua pessoa, pois isso seria atentar contra a tua inteligência. E esta última agrada-me, independentemente de quem sejas!
Sê bem-vinda, desafiadora, ao meu mundo.

"As únicas pessoas autênticas são as que estão loucas, loucas por falar, loucas por serem salvas" (J. Kerouak)

21/8/08 09:15  
Blogger Vira Vento said...

... desejosas de tudo ao mesmo tempo
que nunca bocejam
ou dizem uma coisa corriqueira,
mas queimam,
queimam,
queimam,
como fabulosas velas amarelas romanas
explodindo como aranhas através das estrelas.

O meu primeiro livro de K. foi oferecido para ler em viagem. Em milésima mão.
Como qualquer livro, de resto, devia chegar às nossas mãos.

Estimo-te um bom dia.

21/8/08 11:00  
Blogger sokitsym said...

Tenho a sensação de ser um egocêntrico egoista. Ou um egoista egocêntrico.
Detesto emprestar livros ou ler livros emprestados. Neste último caso, tenho a sensação de estar a ler uma coisa que me não pertence. E, depois de o ler, ainda que nunca mais volte a ele, há a impossibilidade de voltar dado que meu não é.

A tua escrita fascina-me.
A forma como conjugas as palavras, descuidada mas cuidada. Fascinante... Quem lê à primeira vista, é imediato: são palavras empilhadas. Contudo, à segunda, as palavras vão amassando. À terceira, são esculturas com fisionomia e uma personalidade muito próprias.

Parabéns!

22/8/08 09:10  
Blogger Vira Vento said...

Curioso, quando leio um livro tenho presente que nada daquilo é meu.
É de quem o sentiu a escrever.

O livro, como objecto, pouco valor tem. Para mim, pelo menos.
É apenas um generoso veículo que te permite entrar no sótão de Shakespeare, ou no vagão ilegal onde viajava Kerouac.

Por muito que encontre na tua Valéria pontuais sinalizações femininas que percebo, que sinto, não existe nada da Valéria que seja meu.
A Valéria é tua, por mais que a vendas, emprestes, divulgues.
Continua a ser só tua se te a plagiarem!
Aquilo que ela cresce, cresce por ti.
E essa simbiose - que jamais poderei denominar por minha - faz de mim uma mulher mais, ou menos, esclarecida.

Emprestas-me o teu Blogue todos os dias.
E quantas mais mãos lhe vejo escritas, mais carácter encontro nas tuas palavras.

22/8/08 12:27  

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