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laurinha

terça-feira


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30.6.09

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bailarico

segunda-feira


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music makes the people come together
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29.6.09

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do wish

domingo


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(águas calmas, tempo quente e camaradagem)
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28.6.09

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under pressure

sábado


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27.6.09

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dead man walking

sexta-feira


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26.6.09

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la chambre de marie

quinta-feira


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25.6.09

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fechado para descanso do pessoal

quarta-feira


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24.6.09

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maria dondoca

terça-feira


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saiu para saojoanar
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23.6.09

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eu e a mania das grandezas

segunda-feira


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22.6.09

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hot summer in the city

domingo


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21.6.09

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i'm doing the singing, sam

sábado




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20.6.09

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banda larga

sexta-feira


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um cornetto p'ra mim, um cornetto p'ra ti
- olá
- olá
...
e a vida sorri
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19.6.09

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equilíbrio da porta oitava

quinta-feira


.ora, depende é da cabana
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18.6.09

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os caçadores de mitos

quarta-feira


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a vantagem de se perder tudo é que o medo
é a primeira coisa que se perde
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17.6.09

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photophalo

terça-feira


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16.6.09

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abri muito a boca, incrédula

segunda-feira


(...) somos capazes de distinguir 500 graus diferentes de luminosidade
e discriminamos sete milhões de graduações de cor.

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15.6.09

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publicidade - Vira Vento -

domingo


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O Árctico em nome da Ciência
Pública, 14.06.2009, Texto Luís Francisco

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João Canário, 41 anos, investigador do Instituto das Pescas, da Investigação e do Mar, passou duas semanas no Árctico a recolher amostras de água, neve e gelo, entre outras determinações científicas. Quer saber mais sobre contaminantes e alterações climáticas. Apaixonou-se pelo Árctico, pelas paisagens sem fim, pelo silêncio. E pelas pessoas.

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Esta foi a minha segunda viagem ao Árctico e desta vez tive mesmo aquela experiência única de ver paisagens geladas sem fim, num silêncio impressionante. No ano passado, em Kuujjuarapik, não tive tanto a noção do deserto gelado, mas Umiujak fica mais a norte, na costa leste da baía de Hudson, e percebi o porquê daquela imagem romântica que associamos a estas paragens. Quando estamos no hotel, os sons são os normais de uma aldeia, mas lá fora o silêncio é total - só se ouve o vento e, de vez em quando, os grasnidos dos gansos que voam para norte no início da sua migração anual. Cada vez mais cedo, dizem os Inuit. Havia umas montanhas ali perto e às vezes gritávamos só para ouvir o eco. Nunca ouvi um eco assim.

Estivemos duas semanas no Árctico, eu a minha colega Marta Nogueira e dois investigadores canadianos, no âmbito de um projecto relacionado com as emissões de gases com efeito de estufa e as alterações climáticas. Queremos perceber se as emissões de dióxido de carbono e metano são influenciadas pela quantidade de carbono que existe no solo. Umiujaq, ao contrário de Kuujjuarapik, onde estivemos no ano passado, possui um solo pobre em carbono. Também estamos interessados em perceber de que forma as alterações climáticas podem alterar o ciclo biogeoquímico de alguns contaminantes (metais pesados, nomeadamente) nestes ecossistemas extremos.

Queremos também compreender se a quantidade de carbono influencia a presença destes contaminantes nos diversos compartimentos ambientais. Já sabemos que no gelo e na neve as concentrações de alguns metais são mais elevadas do que na água. Quando do degelo, eles entram nos sistemas aquáticos de forma repentina, aumentando as suas concentrações na água até oito vezes. É muito interessante estudar de que forma os organismos aquáticos respondem a este input repentino. As respostas bioquímicas que estes organismos podem apresentar numa situação desta natureza podem ajudar-nos a compreender muitas das observações efectuadas em Portugal quando os nossos ecossistemas são repentinamente sujeitos a pressões antropogénicas. Estes estudos fazem parte da missão cientifica do IPIMAR e desta forma o trabalho no Árctico está a fornecer pistas para perceber o que se passa aqui.

Eu trabalho mais com o mercúrio. Sabe-se que a sua dispersão é feita, principalmente, por via aérea e a atmosfera não tem fronteiras. Este é um problema global, como muitos outros. Estamos a estudar o Árctico, mas há uma corrente originada nesta região que passa em profundidade junto à costa portuguesa. Outra vem da Antárctida. Também há uma do Mediterrâneo.

Nestas campanhas do Árctico, estamos muito atentos ao metano, que é potencialmente mais perigoso para o aquecimento global do que o dióxido de carbono, mas os modelos existentes ainda não têm em conta todas as suas fontes. Por exemplo, não se sabe ainda quanto está a ser libertado para a atmosfera devido à fusão de zonas de solo permanentemente gelado (permafrost). Os lagos que estudámos em Umiujaq não libertam metano, só dióxido de carbono (CO2), ao contrário do que acontecia em Kuujjuarapik. Achamos que tem a ver com a presença de carbono no solo. Achamos, não existem ainda certezas científicas.

Recolher amostras e fazer observações no local é só uma parte do trabalho. Analisar em laboratório o material que trouxemos vai levar-nos um ou dois meses. E as nossas amostras são as mais fáceis de trabalhar; os parceiros canadianos (da Universidade de Otava e Environment Canada) ficaram com as que necessitam de análises mais morosas.

O Árctico é uma experiência especial. No ano passado, passámos 15 dias numa comunidade com cerca de 1500 habitantes, este ano era bem mais pequena: cerca de 300 pessoas. Eram diferentes. Em Kuujjuarapik coexistiam duas etnias, Umiujaq é mais homogénea. Só Inuit. E as pessoas são mais abertas, mais interessantes em termos de relacionamento. Fomos muito bem acolhidos. Isso não apaga o facto de estarmos a viver num ambiente inóspito. Estamos instalados num hotel, mas não há cafés, nem restaurantes. Vamos ao supermercado e fazemos nós as refeições. Bom, pelo menos aquecemo-las, porque a comida disponível era muito ao estilo americano, pré-feita, congelada. Passar 15 dias a comer assim é muito tempo... Mas nós fizemos o possível por tornar as nossas refeições o mais saudáveis possível. De Portugal não levámos comida nenhuma. Costumamos quanto muito levar uma garrafa de vinho, mas desta vez nem isso, tínhamos muita bagagem.

E estamos sempre condicionados na hora de ir às compras. Haver maior ou menor diversidade de alimentos depende de o avião ter por lá passado ou não. Lembro-me de uma vez que se acabou o leite (bom, ainda havia magro, mas meio-gordo e gordo, nada). Uma vez a senhora do hotel ofereceu-nos um pão inuit, assim grande, tipo uma fartura, acabado de fazer. Foi muito simpática. É um povo espectacular.

A comunidade não tem acesso por terra, só pelo ar e pela água (quando o gelo derrete). O avião faz um circuito diário e aterra, à ida e à volta, em quatro ou cinco comunidades Inuit. Mas isso é quando a meteorologia o permite. Em casa, o que modela o dia-a-dia é a nossa disposição; lá, é a meteorologia, a Natureza. Estivemos sempre dependentes dela, até para o voo de regresso. Desta vez fomos na Primavera, mas apanhámos essencialmente Inverno...
Quando o tempo estava melhor, eu e a Marta gostávamos de dar uma volta pela cidade ao fim do dia, era uma comunidade pequena, em meia hora fazia-se toda a pé. Todos falam inglês - curiosamente, apesar de estarmos no Quebeque, não encontrei um que falasse francês.

Outro sítio onde socializávamos era no supermercado. E aí aconteceu uma cena fantástica. Eu estava com a Marta a conversar, sobre o que íamos comprar, e o enfermeiro lá da terra (um canadiano branco, como são três dos professores que conhecemos) ouviu-nos e foi buscar a mulher. Já tínhamos reparado nela, porque era africana, mas quando ela se apresentou ficámos a saber que era angolana. Era a Rosa. Incrível, encontrar alguém a falar português naquele sítio! Ela ainda estava mais emocionada do que nós. "Que saudades de falar português!", repetia ela. Imagino!

Falar do nosso dia típico é difícil porque, lá está, tudo dependia da meteorologia. Na noite da véspera juntávamo-nos os quatro e traçávamos o plano para o dia seguinte, já sabendo que só de manhã saberíamos se o íamos cumprir ou não. Mas, se tudo corresse conforme o planeado, num dia típico em que fôssemos para o campo, num sítio longe, tomávamos o pequeno-almoço por volta das 7h30/8h00, depois vestíamo-nos (não é que estivéssemos despidos, mas era preciso envergar o fato especial contra o frio...), preparávamos uma merenda, carregávamos o material preparado de véspera e saíamos, por volta das 9h00/9h30.
Ficávamos por lá até cerca das 14h. No regresso, e como há amostras que têm de ser processadas imediatamente, ainda trabalhávamos um bocado no nosso laboratório improvisado, que instalámos num antigo matadouro de caribus - as rotas de migração destes animais mudaram (consequência das alterações climáticas?) e o edifício deixou de ter utilidade. Por lá jantava-se cedo: às 18h00 estávamos à mesa.

Ficávamos depois pelo hotel. Não há mais para onde ir. Víamos televisão, conversávamos um bocado, espreitávamos a Internet (alugámos um modem e fomos fazendo o diário da expedição - em www.arctico2009.blogspot.com). Passar tanto tempo com as mesmas pessoas leva a que se estabeleça uma relação mais próxima, mais íntima, do que a de simples colegas de trabalho. Acabamos por ficar todos amigos e essa amizade já vinha das expedições anteriores.

Para nos deslocarmos, usávamos uma carrinha de caixa aberta, mas só quando o terreno o permitia. O mais normal era viajarmos em motos de neve ou em trenó. Um dia apanhei um sustozinho: ao atravessarmos um rio, a camada de gelo cedeu um pouco e ficámos dentro de água, embora não totalmente. A mim ainda me entrou água para as botas. Na acção de formação (chamemos-lhe assim) que nos dão à chegada, avisam-nos para o facto de termos de sair da água em cinco minutos, sob pena de entrarmos em hipotermia. A água lá está muito perto dos zero graus.

Outra coisa que nos ensinam é como agir no caso de encontrarmos ursos. Não os ursos polares, que habitam regiões mais afastadas, mas os ursos negros. Em princípio, estariam ainda a hibernar nesta altura, mas na dúvida... A regra básica é nunca fugir. Nunca fugir! A primeira coisa a fazer é esbracejar e gritar, para ver se ele se assusta. Se ele insistir em aproximar-se, tínhamos um foguete para lançar, que fazia um grande estardalhaço. Finalmente, terceira "arma", um spray de gás pimenta, para usar só a menos de cinco metros de distância. Não havia quarta recomendação...

Mas também não vimos nenhum urso. Aliás, não se vêem animais. No ano passado, chegámos a avistar um lobo, este ano, só os gansos. Na água, também nada, porque ainda estava congelada. Não nos podemos espantar: aquela é uma comunidade de caçadores, algum animal que se aproxime é morto. Não podemos recriminar as pessoas, é esse o seu estilo de vida centenário.

Forno em Montreal
Apesar do frio destas paragens, não era raro darmos por nós a transpirar. Alguns trabalhos eram bastante pesados: furar uma camada de gelo (usamos uma espécie de broca gigante) com mais de um metro é complicado. Mesmo transportar o material, coisa que não parece difícil, torna-se problemático quando o terreno não ajuda e nos enterramos em neve até ao joelho, por exemplo.

Mas de facto o frio era o maior desafio. No ano passado fomos no Inverno e apanhámos temperaturas de 40 graus abaixo de zero; este ano, na Primavera, ficámos pelos -20ºC. É um frio seco, que se suporta bem. Com 12/13º negativos, conseguimos andar normalmente, mesmo sem cobrir a cabeça com o capuz. O pior é o vento. Não há árvores, o vento passa por todo o lado e não há roupa que nos resguarde... No dia em que passou uma tempestade, saí ao final da tarde com um dos canadianos para ver se a estação meteorológica que tínhamos erguido à chegada ainda se sustinha de pé. O vento queimava.

Foram uns dias fantásticos. As minhas duas viagens ao Árctico estavam incluídas no programa Ano Polar e este acabou, pelo que agora, para lá voltar, teremos de encontrar financiamento, entrar em novos projectos. Para já, só com o material que trouxemos temos trabalho para uns dois anos. E o nosso trabalho aqui no Ipimar (Instituto das Pescas, da Investigação e do Mar) não é só o Árctico, há muito mais. Coisas importantes. Eu, por exemplo, estudo a presença, dispersão e monitorização de contaminantes em estuários e zonas costeiras.

Em Junho, os dois colegas canadianos voltam a Umiujaq. Eu também ia, se pudesse! Ainda por cima, como me dou melhor com o frio do que com o calor, custa-me menos o choque térmico de sair do quentinho e ir para o gelo. Pior foi apanhar o avião de regresso de Umiujaq, aterrar no forno de Montreal, a 28ºC, e apanhar mais de 30ºC em Lisboa logo a seguir...

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14.6.09

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oh, so quiet

sábado


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13.6.09

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girls ?

sexta-feira


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just wanna have fun
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12.6.09

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era uma coisa mesmo muito abstracta

quinta-feira


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11.6.09

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carta aberta

quarta-feira


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Tenho Internet aqui mas o Governo não nos dá acesso aos Blogues.
| 10 de Junho de 2009 | 14:11 |
via e-mail, desde Guiyang, China
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10.6.09

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undergoing

terça-feira


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lá está, percebo
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9.6.09

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lollypops

segunda-feira


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8.6.09

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boletim de voto

domingo


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(indisponível em braille)
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7.6.09

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(n)everland

sábado


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6.6.09

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lost in translation

sexta-feira


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5.6.09

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at tiananmen square

quinta-feira


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4.6.09

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quand serai grand je veux..

quarta-feira


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3.6.09

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break on through to the other side

terça-feira


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2.6.09

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play the day

segunda-feira



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1.6.09

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