Andorinha Sinhá, além de bela, era um pouco louca.
Louquinha, fica-lhe melhor.

Amiga das flores e das árvores, dos patos e das galinhas, dos cães e das pedras, dos pombos e do lago. Com todos ela conversava, um arzinho suficiente, sem se dar conta das paixões que ia espalhando ao seu passar.
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